segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
Palavras escritas, ditas e escutadas, para um domingo de inverno, cinzento e frio...(e sem ti)
domingo, 24 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
A primeira leitura do Ano
"Todos têm terror do silêncio e da solidão e vivem a bombardear-se de telefonemas, mensagens escritas, mails e contactos no Facebook e nas redes sociais da Net, onde se oferecem como amigos a quem nunca viram na vida. Em vez do silêncio, falam sem cessar; em vez de se encontrarem, contactam-se, para não perder tempo; em vez de se descobrirem, expôem-se logo por inteiro: fotografias deles e dos filhos, das férias na neve e das festas de amigos em casa, a biografia das suas vidas, com amores antigos e actuais. E todos são bonitos, jovens, divertidos, "leves", disponíveis, sensíveis e interessantes. E por isso é que vivem esta estranha vida: porque, muito embora julguem poder ter o mundo aos pés, não aguentam nem um dia de solidão. Eis porque já não há ninguém para atravessar o deserto. Ninguém capaz de enfrentar toda aquela solidão."
In, No Teu Deserto, de Miguel Sousa Tavares
sábado, 2 de janeiro de 2010
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Desejo a todos os meus Amigos...
Desejos
Desejo a você
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais
e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
...
Carlos Drumont de Andrade
Este poema foi-me enviado pela colega e amiga Estela Gomes da EB 2/3 do Viso, a quem agradeço.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
BE
Lost
On a painted sky
Where the clouds are hung
For the poet's eye
You may find him
If you may find him
There
On a distant shore
By the wings of dreams
Through an open door
You may know him
If you may
Be
As a page that aches for a word
Which speaks on a theme that is timeless
And the one God will make for your day
Sing
As a song in search of a voice that is silent
And the Sun God will make for your way
And we dance
To a whispered voice
Overheard by the soul
Undertook by the heart
And you may know it
If you may know it
While the sand
Would become the stone
Which begat the spark
Turned to living bone
Holy, Holy
Sanctus, sanctus
Be
As a page that aches for a word
Which speaks on a theme that is timeless
And the one God will make for your day
Sing
As a song in search of a voice that is silent
And the one God will make for your way
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Uma casa iluminada...
Um presente muito querido,
Um lanche bem animado
Muitas recordações à solta
Uma casinha cheia de luz e Amizade.
Obrigada
domingo, 13 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Recordando os meus 12 anos...
Song sung blue
Everybody knows one
Song sung blue
Every garden grows one
Me and you are subject to the blues now and then
But when you take the blues and make a song
You sing them out again
Sing them out again
Song sung blue
Weeping like a willow
Song sung blue
Sleeping on my pillow
Funny thing, but you can sing it with a cry in your voice
And before you know, it gets to feeling good
You simply got no choice
[break]
Me and you are subject to the blues now and then
But when you take the blues and make a song
You sing them out again
Song sung blue
Weeping like a willow
Song sung blue
Sleeping on my pillow
Funny thing, but you can sing it with a cry in your voice
And before you know, it starts to feeling good
You simply got no choice
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Sonhos
SONHOS...
Sonhei que era a tua amante querida,
a tua amante feliz e invejada;
Sonhei que tinha uma casita branca
à beira dum regato edificada...
Tu vinhas ver-me misteriosamente,
a horas mortas quando a terra é monge
que reza. Eu sentia doidamente,
bater o coração quando de longe
Te ouvia os passos. E anelante,
estava nos teus braços num instante,
fitando com amor os olhos teus!
E, ve tu, meu encanto, a doce mágoa:
Acordei com os olhos rasos de água,
ouvindo a tua voz num longo adeus!
(Florbela Espanca)
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